Data: 20/04
Horário: 15h30
Local: Sala 1507
Presentes: Demétrio, Fabiana, Vanessa e Pedro
Aspectos trabalhados:
1. Discutiu-se o conceito de atualidade, com base em autores como Lage, Franciscato, Erbolatto e Alsina. Definiu-se que nos apropriaremos do termo como sinônimo de "acontecimento imediato, recente do ponto de vista temporal";
2. Encaminhamento das leituras de A construção da notícia (Alsina, 2009), de Miquel Rodrigo Alsina; As técnicas da comunicação e da informação (Presença, 1999), de Adriano Duarte Rodrigues; e A atualidade no jornalismo, de Carlos Eduardo Franciscato (disponível em: http://www.crisluc.arq.br/A%20atualidade%20no%20jornalismo.pdf).
3. Para o próximo encontro, assumimos a tarefa de concluir a pesquisa por obras publicadas na primeira metade do século passado bem como a revisão da tabela de análise.
PRÓXIMO ENCONTRO: 07/05, 14h
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Relatório de encontro (4)
sábado, 10 de abril de 2010
Telejornalismo literário
Pessoal:Para contribuir com a nossa discussão, gostaria de falar sobre um livro que estou lendo que trata do que o próprio autor chama de "telejornalismo literário". A discussão tem origem num estudo de caso do programa Linha Direta, exibido pela Rede Globo até 2007, que denunciava casos de violência, em boa parte, descobertos e selecionados a partir de notificações feitas pelos próprios telespectadores à redação.
Bem, para o autor Tiago Cruz, a busca dos recursos da literatura para compor a narrativa telejornalística é uma maneira de estetizar essa narração como saída do programa, ao lidar com temas tão difíceis do mundo da violência, sobretudo doméstica, no caso de Linha Direta.
Essa aproximação resulta numa narrativa, conforme a proposta do livro, qualificada como romance-reportagem, caracterizada pelo uso de personagens (ainda que não ficcionais aqui tratados como personagens), metáforas, digressões que se unem ao texto jornalístico convencional.
Uma vez que o programa parte da reconstituição de determinada história, com o uso inclusive de atores, tem-se de fato uma narrativa construída sob forte influência da dramaturgia que, por sua vez, justamente chama atenção, sob a ótica do autor, por não comprometer o caráter documental do programa. Lembremos que este se apresenta como jornalístico e que busca honrar este compromisso.
Em que pese o programa ser polêmico pela temática e sua abordagem, penso que vale falarmos sobre a sua narrativa. Atualmente a grande crítica que pesa sobre Linha Direta é, principalmente, a tentativa de arvorar para si um papel que é do Estado, mais especificamente da Justiça. Assim, espero as considerações de vocês nos próximos encontros. Para tanto segue a referência e a disponibilidade de empréstimo para quem se interessar.
CRUZ, Tiago. Linha Direta e o telejornalismo diário. Ponta Grossa: UEPG, 2007.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Relatório de encontro (3)
Data: 08/04
Horário: 10h
Local: Coordenação do curso de Comunicação Social.
Presentes: Demétrio, Vanessa e Pedro
Aspectos trabalhados:
1. Discussão sobre as mudanças no projeto da pesquisa, tais como atualização na bibliografia, confecção de um cronograma de trabalho e aprofundamento da metodologia.
2. Discussão sobre texto a ser apresentado no Intercom, em Caxias do Sul, de 2 a 6 de setembro de 2010.
3. Encaminhamento da leitura de Letra impressa: comunicação, cultura e sociedade (Sulina, 2009), organizado por Eduardo Granja Coutinho e Márcio Souza Gonçalves.
4. Apresentação do livro Jornalismo e Literatura em convergência (Atica, 2007), de Marcelo Bulhões, e da pesquisa sobre as obras classificadas como jornalismo diversional que foram lançadas até 1950 (que podem ser acompanhadas na barra lateral do blog). A partir desta análise, revimos nossa conceituação teórica sobre o gênero diversional (ver post anterior) e vamos fazer uso e aprofundar o conceito de atualidade.
5. Para o próximo encontro vamos procurar por obras publicadas de 1950 até 2000.
PRÓXIMO ENCONTRO: 20/04, 15h30, na coordenação do Curso de Comunicação Social.
Horário: 10h
Local: Coordenação do curso de Comunicação Social.
Presentes: Demétrio, Vanessa e Pedro
Aspectos trabalhados:
1. Discussão sobre as mudanças no projeto da pesquisa, tais como atualização na bibliografia, confecção de um cronograma de trabalho e aprofundamento da metodologia.
2. Discussão sobre texto a ser apresentado no Intercom, em Caxias do Sul, de 2 a 6 de setembro de 2010.
3. Encaminhamento da leitura de Letra impressa: comunicação, cultura e sociedade (Sulina, 2009), organizado por Eduardo Granja Coutinho e Márcio Souza Gonçalves.
4. Apresentação do livro Jornalismo e Literatura em convergência (Atica, 2007), de Marcelo Bulhões, e da pesquisa sobre as obras classificadas como jornalismo diversional que foram lançadas até 1950 (que podem ser acompanhadas na barra lateral do blog). A partir desta análise, revimos nossa conceituação teórica sobre o gênero diversional (ver post anterior) e vamos fazer uso e aprofundar o conceito de atualidade.
5. Para o próximo encontro vamos procurar por obras publicadas de 1950 até 2000.
PRÓXIMO ENCONTRO: 20/04, 15h30, na coordenação do Curso de Comunicação Social.
Uma descoberta importante
A reunião do grupo de pesquisa realizada hoje pela manhã, na Unisc, foi particularmente importante porque constatamos que, para que possamos avançar no sentido de identificar as origens do jornalismo diversional, será preciso não levar tão em conta o suporte.
Explico: havíamos combinado, ainda no início da pesquisa, que prestaríamos atenção, em termos de busca, nos livros escritos de forma diversional, não considerando, por exemplo, as matérias desse gênero publicadas em jornais e revistas.
O problema é que, por esse viés; caso consideremos apenas o suporte livro, nos primeiros 50 anos do século 20, por exemplo, temos quase que somente Euclides da Cunha e seu Os Sertões em termos de origens.
Em este espectro de alargando para as páginas dos jornais e revistas, no entanto, novos e importantes nomes passam a integrar a lista, caso de João do Rio, e, mais tarde, Edgar Morel e Joel Silveira, para ficarmos em três dos mais famosos.
Então, vamos deixar o suporte um pouco de lado neste momento e sigamos nosso garimpo em direção às manifestações discursivas.
Explico: havíamos combinado, ainda no início da pesquisa, que prestaríamos atenção, em termos de busca, nos livros escritos de forma diversional, não considerando, por exemplo, as matérias desse gênero publicadas em jornais e revistas.
O problema é que, por esse viés; caso consideremos apenas o suporte livro, nos primeiros 50 anos do século 20, por exemplo, temos quase que somente Euclides da Cunha e seu Os Sertões em termos de origens.
Em este espectro de alargando para as páginas dos jornais e revistas, no entanto, novos e importantes nomes passam a integrar a lista, caso de João do Rio, e, mais tarde, Edgar Morel e Joel Silveira, para ficarmos em três dos mais famosos.
Então, vamos deixar o suporte um pouco de lado neste momento e sigamos nosso garimpo em direção às manifestações discursivas.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Pessoal:
Quero repercutir o post da Vanessa. Estou gostando muito de reler Os Sertões. Li esse livro ainda na faculdade e na época o achei árido, quase sem poesia, com o perdão da heresia. Hoje o sabor é bem outro. Muito melhor. (A passagem do tempo, afinal, tem que servir para alguma coisa além da coleção de marcas e rugas.)
Bem, à parte a digressão, além do texto da Barbara indicado pela Vanessa ser interessante e oportuno, - até porque coloca em cheque as categorizações tão caras à nossa discussão - achei importante trazer para os nossos registros as bibliografias que ela usa e que, possivelmente, serão oportunas para nós. Para que isso não se perca segue abaixo a lista:
ABREU, Allan de. "New Journalism: A experiência literária no Jornalismo". Revista Etecetera, número 19, 2006. http://www.revistaetcetera.com.br/19/new_journalism/2.htm
ANDRADE, Olímpio de Souza. História e Interpretação de Os Sertões. Org. e Int. Walnice Nogueira Galvão: 4ª. edição. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2002.
ARCOVERDE, Wilson. "Oito livros para entender o novo jornalismo". http://www.rabisco.com.br/21/jornalismo.htm
BORGES, Luís. "O romance-reportagem e a denúncia social no Brasil", 2001. http://www.diariopopular.com.br/21_08_01/artigo.html
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira, São Paulo: Cultrix, 1980.
CUNHA, Euclides da. "Coleção de periódicos do jornal O Estado de S. Paulo entre julho de 1897 e janeiro de 1898". (Campanha de Canudos).
__________________. Os Sertões. Organização de Leopoldo Bernucci. São Paulo:Ateliê, 2002.
DEL GUERRA, Rodolpho. Conhecendo Euclides da Cunha. Volume II, 1998.
HERMMAN, Jacqueline. "Canudos Destruído em Nome da República", 1996.
http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg3-4.pdf.
JORGE, Sebastião. "O Repórter Euclides da Cunha". Observatório da Imprensa, 21/8/2002.
MARTINS,Wilson. Discursos acadêmicos (II). JB online, 29/10/2005.
http://www.jornaldepoesia.jor.br/wilsonmartins111.html
Quero repercutir o post da Vanessa. Estou gostando muito de reler Os Sertões. Li esse livro ainda na faculdade e na época o achei árido, quase sem poesia, com o perdão da heresia. Hoje o sabor é bem outro. Muito melhor. (A passagem do tempo, afinal, tem que servir para alguma coisa além da coleção de marcas e rugas.)
Bem, à parte a digressão, além do texto da Barbara indicado pela Vanessa ser interessante e oportuno, - até porque coloca em cheque as categorizações tão caras à nossa discussão - achei importante trazer para os nossos registros as bibliografias que ela usa e que, possivelmente, serão oportunas para nós. Para que isso não se perca segue abaixo a lista:
ABREU, Allan de. "New Journalism: A experiência literária no Jornalismo". Revista Etecetera, número 19, 2006. http://www.revistaetcetera.com.br/19/new_journalism/2.htm
ANDRADE, Olímpio de Souza. História e Interpretação de Os Sertões. Org. e Int. Walnice Nogueira Galvão: 4ª. edição. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2002.
ARCOVERDE, Wilson. "Oito livros para entender o novo jornalismo". http://www.rabisco.com.br/21/jornalismo.htm
BORGES, Luís. "O romance-reportagem e a denúncia social no Brasil", 2001. http://www.diariopopular.com.br/21_08_01/artigo.html
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira, São Paulo: Cultrix, 1980.
CUNHA, Euclides da. "Coleção de periódicos do jornal O Estado de S. Paulo entre julho de 1897 e janeiro de 1898". (Campanha de Canudos).
__________________. Os Sertões. Organização de Leopoldo Bernucci. São Paulo:Ateliê, 2002.
DEL GUERRA, Rodolpho. Conhecendo Euclides da Cunha. Volume II, 1998.
HERMMAN, Jacqueline. "Canudos Destruído em Nome da República", 1996.
http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg3-4.pdf.
JORGE, Sebastião. "O Repórter Euclides da Cunha". Observatório da Imprensa, 21/8/2002.
MARTINS,Wilson. Discursos acadêmicos (II). JB online, 29/10/2005.
http://www.jornaldepoesia.jor.br/wilsonmartins111.html
quinta-feira, 11 de março de 2010
As singularidades de O Mago
O texto abaixo dá acesso à versão em PDF da monografia de Letícia Mendes Pacheco, defendida na Unisc no segundo semestre no ano passado.
Como o título sugere, trata-se, aqui, de compreender onde se encaixam as biografias de natureza jornalística à luz das categorias conceituais do jornalismo.
Trabalho brilhante, que denota o estágio de amadurecimento da pesquisa em jornalismo desde a etapa de graduação.
Como o título sugere, trata-se, aqui, de compreender onde se encaixam as biografias de natureza jornalística à luz das categorias conceituais do jornalismo.
Trabalho brilhante, que denota o estágio de amadurecimento da pesquisa em jornalismo desde a etapa de graduação.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Por que jornalismo diversional?
Na reunião de hoje, a segunda de nosso grupo de pesquisa, realizamos uma discussão muito interessante a respeito da categoria que utilizaríamos para observar nosso objetivo de pesquisa, ou seja, como se estabelece as intersecções entre o jornalismo e a literatura.
A opção recaiu sobre a categoria jornalismo diversional, nos moldes propostos inicialmente por José Marques de Melo (1985).
Ou seja, àquela forma de jornalismo que engloba textos que, "(...) fincados no real, procuram dar uma aparência romanesca aos fatos e personagens captados pelo repórter" (1985, p.22).
Por esta perspectiva, a natureza diversional desse tipo de jornalismo está no resgate "(...) das formas literárias de expressão": uso de recursos como flashbacks, digressões, diálogos, aprofundamentos psicológicos etc. para estabelecer suas narrativas.
Dada a profusão de nomenclaturas que surgiram após a categorização de Marques de Melo, e em consonância com o que sugere o Dicionário de Comunicação (2009), utilizaremos, na pesquisa, jornalismo diversional como sinônimo de a) jornalismo literário, b) literatura de realidade (ou não ficcional), c) jornalismo em profundidade, ou, ainda, d) jornalismo de autor.
Mas no que, afinal, o jornalismo diversional se diferencia, por exemplo, do interpretativo, visto por Luiz Beltrão (1980) como sinônimo de "reportagem em profundidade" e considerando que ambos não têm amarras estilísticas?
Basicamente porque, neste, o que está em jogo é a realidade contextual, sendo que o objeto tem valor de notícia e há uma preocupação clara em fazer o leitor compreender/interpretar o que está posto no texto (SEIXAS, 2009, p. 66).
Sua intenção, e estrutura, estão voltadas no sentido de ajudar o leitor na compreensão do assunto em questão, enquanto que, no diversional, esta preocupação não existe.
Deveremos ter cuidado, no entanto, e ainda que nossa opção analítica sejam os textos diversionais em livro, de não vincular as categorias discursivas ao suporte em que eventualmente se encontram, mesmo sabendo que o dispositivo influi na forma como o discurso se estabelece.
Ou seja, achar que diversional é sinônimo de livro e interpretativo, de revista.
Basicamente porque reduziria a importância de nosso objeto.
Falaremos disso mais adiante.
Fontes utilizadas neste post:
BELTRÃO, Luiz. Jornalismo opinativo. Porto Alegre: Sulina, Ari, 1980.
MARCONDES FILHO, Ciro. Dicionário de Comunicação. São Paulo: Paulus, 2009.
MARQUES DE MELO, José. A opinião no jornalismo brasileiro. Vozes: Petrópolis, 1985
SEIXAS, Lia. Redefinindo os gêneros jornalísticos: proposta de novos critérios de classificação. Disponível em: [http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/seixas-classificacao-2009.pdf] Acesso em: 5 de fevereiro de 2009.
A opção recaiu sobre a categoria jornalismo diversional, nos moldes propostos inicialmente por José Marques de Melo (1985).
Ou seja, àquela forma de jornalismo que engloba textos que, "(...) fincados no real, procuram dar uma aparência romanesca aos fatos e personagens captados pelo repórter" (1985, p.22).
Por esta perspectiva, a natureza diversional desse tipo de jornalismo está no resgate "(...) das formas literárias de expressão": uso de recursos como flashbacks, digressões, diálogos, aprofundamentos psicológicos etc. para estabelecer suas narrativas.
Dada a profusão de nomenclaturas que surgiram após a categorização de Marques de Melo, e em consonância com o que sugere o Dicionário de Comunicação (2009), utilizaremos, na pesquisa, jornalismo diversional como sinônimo de a) jornalismo literário, b) literatura de realidade (ou não ficcional), c) jornalismo em profundidade, ou, ainda, d) jornalismo de autor.
Mas no que, afinal, o jornalismo diversional se diferencia, por exemplo, do interpretativo, visto por Luiz Beltrão (1980) como sinônimo de "reportagem em profundidade" e considerando que ambos não têm amarras estilísticas?
Basicamente porque, neste, o que está em jogo é a realidade contextual, sendo que o objeto tem valor de notícia e há uma preocupação clara em fazer o leitor compreender/interpretar o que está posto no texto (SEIXAS, 2009, p. 66).
Sua intenção, e estrutura, estão voltadas no sentido de ajudar o leitor na compreensão do assunto em questão, enquanto que, no diversional, esta preocupação não existe.
Deveremos ter cuidado, no entanto, e ainda que nossa opção analítica sejam os textos diversionais em livro, de não vincular as categorias discursivas ao suporte em que eventualmente se encontram, mesmo sabendo que o dispositivo influi na forma como o discurso se estabelece.
Ou seja, achar que diversional é sinônimo de livro e interpretativo, de revista.
Basicamente porque reduziria a importância de nosso objeto.
Falaremos disso mais adiante.
Fontes utilizadas neste post:
BELTRÃO, Luiz. Jornalismo opinativo. Porto Alegre: Sulina, Ari, 1980.
MARCONDES FILHO, Ciro. Dicionário de Comunicação. São Paulo: Paulus, 2009.
MARQUES DE MELO, José. A opinião no jornalismo brasileiro. Vozes: Petrópolis, 1985
SEIXAS, Lia. Redefinindo os gêneros jornalísticos: proposta de novos critérios de classificação. Disponível em: [http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/seixas-classificacao-2009.pdf] Acesso em: 5 de fevereiro de 2009.
Ponto de partida
A partir de hoje começa, realmente, nossa pesquisa de campo. Já embasados teoricamente e com os conceitos traçados, vamos em busca dos nossos objetivos. O primeiro deles é estudar as origens do gênero diversional no Brasil. Para tanto, o nosso ponto de partida será a obra de Euclides da Cunha, Os Sertões.
Originado de matérias publicadas no jornal O Estado de S. Paulo nos anos de 1897 e 1898 pelo próprio Euclides, o livro foi publicado em dezembro de 1902 e é considerado o primeiro livro-reportagem do jornalismo brasileiro.
Num primeiro momento, nosso foco se concentrará em verificar os livros-reportagem publicados desde Os sertões, portanto, a partir de 1902, até 1950. O resultado pode ser acompanhado na barra lateral esquerda do blog ao longo das próximos dias.
Quer saber mais sobre o livro e sua relação com o jornalismo? Leia o texto baseado no trabalho de conclusão de curso de Bárbara Dal Fabbro, disponível no site Observatório da Imprensa.
Originado de matérias publicadas no jornal O Estado de S. Paulo nos anos de 1897 e 1898 pelo próprio Euclides, o livro foi publicado em dezembro de 1902 e é considerado o primeiro livro-reportagem do jornalismo brasileiro. Num primeiro momento, nosso foco se concentrará em verificar os livros-reportagem publicados desde Os sertões, portanto, a partir de 1902, até 1950. O resultado pode ser acompanhado na barra lateral esquerda do blog ao longo das próximos dias.
Quer saber mais sobre o livro e sua relação com o jornalismo? Leia o texto baseado no trabalho de conclusão de curso de Bárbara Dal Fabbro, disponível no site Observatório da Imprensa.
Relatório de encontro de trabalho
Data: 10/03
Horário: 14h-15h
Local: Agência Experimental de Jornalismo
Presentes: Demétrio, Fabiana, Vanessa, Pedro
Aspectos trabalhados
1 o dia e horário dos encontros foram alterados para sextas-feiras às 10h, a cada quinze dias
2 delimitamos o foco de nossa pesquisa em torno do gênero JORNALISMO DIVERSIONAL publicado em livro.
XXX2.1 nesta filtragem, fica excluído o que consideramos Jornalismo Interpretativo, apesar das semelhanças entre os segmentos.
XXX2.2 os critérios de delimitação dos objetos de estudo são: textos não ficcionais mas que se utilizam de elementos próprios da literatura; cuja narrativa foca-se em acontecimentos ou personagens; cuja autoria mantenha algum diálogo estabelecido com a instituição jornalística; avalizados como jornalísticos por algum sistema de reconhecimento (selos, apresentações)
3 a próxima etapa da pesquisa será o mapeamento histórico de obras brasileiras que atendem a estes critérios
XXX3.1 a partir de agora até o próximo encontro, cada integrante ficará responsável por buscar títulos para o mapeamento, publicados na primeira metade do século passado (tomando como ponto de partida a publicação de Os Sertões, de Euclides da Cunha)
XXX3.2 os títulos encontrados deverão ser partilhados no blog e levados para o próximo encontro para discussão
PRÓXIMO ENCONTRO: 26/03, 10h, Agência Experimental
Horário: 14h-15h
Local: Agência Experimental de Jornalismo
Presentes: Demétrio, Fabiana, Vanessa, Pedro
Aspectos trabalhados
1 o dia e horário dos encontros foram alterados para sextas-feiras às 10h, a cada quinze dias
2 delimitamos o foco de nossa pesquisa em torno do gênero JORNALISMO DIVERSIONAL publicado em livro.
XXX2.1 nesta filtragem, fica excluído o que consideramos Jornalismo Interpretativo, apesar das semelhanças entre os segmentos.
XXX2.2 os critérios de delimitação dos objetos de estudo são: textos não ficcionais mas que se utilizam de elementos próprios da literatura; cuja narrativa foca-se em acontecimentos ou personagens; cuja autoria mantenha algum diálogo estabelecido com a instituição jornalística; avalizados como jornalísticos por algum sistema de reconhecimento (selos, apresentações)
3 a próxima etapa da pesquisa será o mapeamento histórico de obras brasileiras que atendem a estes critérios
XXX3.1 a partir de agora até o próximo encontro, cada integrante ficará responsável por buscar títulos para o mapeamento, publicados na primeira metade do século passado (tomando como ponto de partida a publicação de Os Sertões, de Euclides da Cunha)
XXX3.2 os títulos encontrados deverão ser partilhados no blog e levados para o próximo encontro para discussão
PRÓXIMO ENCONTRO: 26/03, 10h, Agência Experimental
segunda-feira, 8 de março de 2010
Pessoas não gostam de porcarias
Nesta entrevista, veiculada no Youtube pela Rede Minas, o jornalista Humberto Werneck fala sobre jornalismo, em especial sobre a qualidade dos textos que freqüentam os jornais nos dias que se seguem.
Para quarta, 10
Gente, para a próxima reunião, na quarta, 10, fecharemos alguns conceitos com os quais vamos trabalhar daqui para a frente. Também realizaremos, nesse dia, o plano geral de trabalho para a segunda etapa, de mapeamento da produção. Abraço a todos e até lá.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Relatório
No primeiro encontro de trabalho, foram trabalhados os seguintes aspectos:
1 questões formais de trabalho:
1.1 Nossos encontros serão quinzenais, sempre a partir das 14 horas de quarta-feira. Esta data pode ser alterada conforme a necessidade.
1.2 Os relatórios serão feitos após o término de cada encontro, sempre por um componente diferente do grupo.
1.3 O coordenador do grupo ficará responsável pela criação de um registro bibliográfico das leituras feitas
1.4 O aluno Pedro Piccoli Garcia criará um blog para o grupo, cujo nome será Jornalismo e Literatura: interfaces e intersecções
1.5 Este blog servirá para registramos o andamento dos trabalhos do grupo, com links para atividades realizadas por outros pesquisadores, publicações etc.
2 questões voltadas à pesquisa:
2.1 realizamos uma releitura da evolução da discussão envolvendo categorias e gêneros jornalísticos a partir de Luiz Beltrão (1980) e José Marques de Melo (1985), considerando, nestas, as discussões atuais.
2.2 Foram sugeridas ao grupo as leituras de CHAPARRO, LIMA, MARCONDES FILHO e SEIXAS, além dos autores supracitados.
2.3 Combinamos que o foco das leituras até o próximo encontro se dará em torno da questão envolvendo os gêneros diversional e interpretativo, para somente então darmos o prosseguimento do próximo passo.
PRÓXIMO ENCONTRO: 10/03, 14h, Agência Experimental
1 questões formais de trabalho:
1.1 Nossos encontros serão quinzenais, sempre a partir das 14 horas de quarta-feira. Esta data pode ser alterada conforme a necessidade.
1.2 Os relatórios serão feitos após o término de cada encontro, sempre por um componente diferente do grupo.
1.3 O coordenador do grupo ficará responsável pela criação de um registro bibliográfico das leituras feitas
1.4 O aluno Pedro Piccoli Garcia criará um blog para o grupo, cujo nome será Jornalismo e Literatura: interfaces e intersecções
1.5 Este blog servirá para registramos o andamento dos trabalhos do grupo, com links para atividades realizadas por outros pesquisadores, publicações etc.
2 questões voltadas à pesquisa:
2.1 realizamos uma releitura da evolução da discussão envolvendo categorias e gêneros jornalísticos a partir de Luiz Beltrão (1980) e José Marques de Melo (1985), considerando, nestas, as discussões atuais.
2.2 Foram sugeridas ao grupo as leituras de CHAPARRO, LIMA, MARCONDES FILHO e SEIXAS, além dos autores supracitados.
2.3 Combinamos que o foco das leituras até o próximo encontro se dará em torno da questão envolvendo os gêneros diversional e interpretativo, para somente então darmos o prosseguimento do próximo passo.
PRÓXIMO ENCONTRO: 10/03, 14h, Agência Experimental
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